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7 de julho de 2010

Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas... continuarei a escrever
(Clarice Lispector)


Ela sabia muito mais, e antes que nacesse o sol.

1 de julho de 2010

Si un día, cuando quieras que sea ese día, querrás decirme lo que yo quise desde el comienzo, por favor, ya no lo hagas. No hay más parte o espacio en mi o en nosotros. Te sonrío y vos haces lo mismo (como si fuera alguna obligación). E yo odio eso. Odio tener que hacer, decir, sentir, actuar todo otra vez. Odio seguir siendo el mismo yo de ayer. Pero me encanta, más que todo, hacerte feliz, ni que sea así, ligero e impreciso. Sos vos, soy yo…Ces’t la vie.

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Invisível,
demasiado forte.
Era eu minimamente
!
Humana
...
(e assim termina minha história)

29 de junho de 2010

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Meu silêncio nunca precede nada, são apenas hiatos de coisas que não consigo ser.
E quando falo, são hiatos das coisas que não sei existir.

Não é culpa do verbo


E amar tanto...
Depois de um tempo me dei conta que o que amo não é o verbo definido.
É a vida indefinida.
E dói,
e não é mais.
É Nada

Extranjero

Hasta ahora de mucho no me sirvió mi nueva lengua
mi nueva casa
rutina.
Y claro,
el yo sigue el mismo.

13 de março de 2010

Poesia complicada

Se algum dia eu mudar
seria pelas coisas complicadas.
Sobre as simples,
ainda me são inexistente.

Hoje me sinto como uma verdadeira mulher.
Hoje, me sinto histérica pela vida.
E por ela, complico tudo.

11 de março de 2010

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Mais mil noites e não importa,
seguirei de maneira torpe.
Duvidando.
Amarga forma de vida.
Durmo enquanto o resto amanhece,
acordo e já estão quase todos cansados.
Quem sabe o tipo de amor que se espera quando o dia está chuvoso.

8 de março de 2010

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E sigo aqui, louca e dolorosa. Este é o meu ‘sentir normal’, minha expectativa do que serei todas as noites correntes e presentes. Destino preciso e tácito. Ofegante. Algumas horas a mais não me mudariam. Talvez apenas se misturasse o álcool e as oportunidades. São os motores da modernidade. Ironia minha viver em um tempo onde a crença no amor não é objetivo, mas passado. E o passado sempre já nos foi. Nossa crença enfraqueceu, e com a fraqueza, diminuo, me intoxico pelo que esperam que eu seja. Vivo em um lugar onde um sorriso te custa o tédio de um dia inteiro, e o toque, a indiferença por amanhã.

3 de março de 2010

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Fosse apenas questão de parar e ver passar as coisas...


Eu poderia talvez enlouquecer com o silêncio que faria. De fora pra dentro.
No escuro me calo, me redimo, me faço.


Queria poder botar todas minhas noites em uma garrafa de álcool.