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7 de novembro de 2010

Contra nós

E com a guerra se faz poesia
na luta constante de pensamentos
de mentes equivocadas,
de atos distorcidos.
A juventude arde em todos nós,
e com ela saímos do conforto mental,
repudiamos a comodidade.
A maior guerra poética que existe em todos
é a guerra mais óbvia:
a contra nós mesmos.

23 de agosto de 2010

Basta apenas o copo da vinda.No primeiro gole não ser,no segundo, encher-se de sie a partir do terceiro,não sentir nada além de um palmo.
O álcool é egoísta,por isso preciso dele.Sou dona de um corpo só,e de milhares de mentes.

22 de agosto de 2010

Passei os últimos cinco anos da minha vida me relacionando com homens que vivam em outros estados. Minha idéia nunca foi "quanto mais longe melhor", eu simplesmente nao conseguia achar graça nos homens da minha cidade. Machistas demais... E eu, como alguém que preza o tradicional "oi-tudo-bem-vamos-pra-cama-agora?" nao conseguia obter diálogos muito convincentes com eles. Acho que eles nao entendiam por que eu preferia estar bebendo as 3 da madrugada sem dizer nada com nada, só esperando que alguém que fumasse o mesmo cigarro que eu aparecesse pra que eu pedisse um e pudesse assim recomeçar todo o ciclo de besteiras aleatórias, do que estar em casa vendo filmes de humanas que se apaixonam por vampiros. Percebi assim, que amar a distancia é tao complicado quanto tentar explicar para os caras da minha cidade porque eu escolhi ficar sozinha, com a diferença que nao preciso mais gastar com passagens de avião. É, me dei melhor sendo sacana.

Hoje é sexta.

9 de julho de 2010

Vino e yo

A partir de hoy ya sabes.
No más compartir el vino,
te das cuenta que las mejores ideas venidas de él son las no compartidas?

Ni en un espacio
Ni en un tiempo
Solamente en la Nada

Ahora, mañana nomas.

7 de julho de 2010

Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas... continuarei a escrever
(Clarice Lispector)


Ela sabia muito mais, e antes que nacesse o sol.

1 de julho de 2010

Si un día, cuando quieras que sea ese día, querrás decirme lo que yo quise desde el comienzo, por favor, ya no lo hagas. No hay más parte o espacio en mi o en nosotros. Te sonrío y vos haces lo mismo (como si fuera alguna obligación). E yo odio eso. Odio tener que hacer, decir, sentir, actuar todo otra vez. Odio seguir siendo el mismo yo de ayer. Pero me encanta, más que todo, hacerte feliz, ni que sea así, ligero e impreciso. Sos vos, soy yo…Ces’t la vie.

.

Invisível,
demasiado forte.
Era eu minimamente
!
Humana
...
(e assim termina minha história)

29 de junho de 2010

.

Meu silêncio nunca precede nada, são apenas hiatos de coisas que não consigo ser.
E quando falo, são hiatos das coisas que não sei existir.

Não é culpa do verbo


E amar tanto...
Depois de um tempo me dei conta que o que amo não é o verbo definido.
É a vida indefinida.
E dói,
e não é mais.
É Nada

Extranjero

Hasta ahora de mucho no me sirvió mi nueva lengua
mi nueva casa
rutina.
Y claro,
el yo sigue el mismo.