2 de janeiro de 2014

Viver em uma grande metrópole é sentir o quão superficial e difícil é comunicar-se com as pessoas. É falta de sombra fresca e palavras bruscas de sobra. É acordar e dormir sentindo que ontem e amanhã trazem a monotonia da rotina. É a expectativa do fim-de-semana que nunca é suficientemente longo. Mas o pior de tudo, são as milhares de caras abaixadas com seus celulares à mão.